O dia em que percebi que vender muito não significa ter dinheiro no bolso
Quando a gente começa a olhar a gestão de uma empresa de fora, a primeira coisa que salta aos olhos é o faturamento. Se a loja bateu R$ 300 mil ou R$ 500 mil no mês, todo mundo comemora. A equipe bate palma, o lojista respira aliviado e parece que o dever está cumprido.
Mas sabe qual foi um dos maiores choques que tive quando comecei a mexer nos dados reais das empresas aqui na Proodos? Foi ver loja batendo recorde de venda e fechando o mês com a corda no pescoço.
O "campeão" que come o lucro em silêncio
Teve um caso recente de um produto que era o queridinho da loja. Vendia todo dia, ninguém deixava faltar na prateleira. O lojista dizia: "Esse aqui é o que paga as contas".
Aí a gente sentou, puxou os dados direto do sistema e colocou tudo na ponta do lápis:
- O custo real que o fornecedor cobrava com os impostos da nota;
- O frete que a loja pagava para entregar;
- E as trocas. Esse produto tinha muita troca e conserto de peça.
"Quando a conta fechou, a surpresa: a cada unidade vendida, a loja perdia quase dois reais. O produto não pagava as contas; ele estava afundando a margem dos outros itens que vendiam menos, mas que realmente deixavam dinheiro no caixa."
Vender muito só é bom se sobrar dinheiro. Se você não tem certeza absoluta de quanto sobra líquido em cada item que vende, você pode estar trabalhando dobrado só para girar dinheiro dos outros.
Quer saber quanto isso pesa na sua loja?
A gente olha os dados do seu sistema e te mostra o número, numa consulta gratuita.
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